quarta-feira, 1 de maio de 2013
Rudolf Arnheim, psicólogo alemão e teórico da Arte, disse sentir-se tentado a afirmar que a Arte vive uma época de insegurança uma vez que pensamos e falamos demais sobre ela.
Numa escola com uma enorme tradição no ensino das Artes como é a Francisco Simões (o nosso patrono ajuda a atestar este facto) tentamos, ano após ano, encontrar novos caminhos com novas respostas de e para os nossos alunos.
Pensamos e falamos sobre a Arte e as Artes, mas também tentamos proporcionar espaços para vivenciá-la, mostrá-la, analisá-la e discuti-la.
Face ao sucesso obtido no ano passado com a primeira edição de “os dias das artes”, decidimos repetir a experiência e partir para a segunda edição. Durante o mês de maio, apresentaremos colóquios, exposições, workshops, master classes e, também, conversas e pensamentos.
A exposição “Do antes, do agora, do depois…”, patente na Biblioteca Municipal José Saramago de 14 a 31 de maio, reúne diferentes manifestações artísticas que vão da pintura ao desenho, da escultura ao design e à arquitetura, da fotografia ao vídeo. Trabalhos de professores, de ex-alunos e de alunos da nossa escola demonstram, inequivocamente, que o pensamento, a discussão e a realização são atividades compatíveis e saudáveis.
Afinal de contas, Rudolf Arnheim também disse: “Qualquer linha desenhada numa folha de papel, a forma mais simples modelada a partir de um pedaço de argila, é como uma pedra atirada para um lago. Perturba o repouso, mobiliza o espaço. Ver é a perceção da ação.”
Subscrever:
Comentários (Atom)
